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Novo Golpe do WhatsApp: vírus que pega o seus dados e acessa o seu banco, confira

Descubra como o vírus Maverick no WhatsApp rouba senhas de bancos e aprenda estratégias eficazes de prevenção e proteção online.

Melissa BarbosaPor Melissa Barbosa4 min de leitura
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Mais de 60 mil pessoas já foram prejudicadas pelo vírus Maverick, um malware que ataca computadores brasileiros via WhatsApp Web. O golpe é direcionado exclusivamente a usuários nacionais, explorando credenciais bancárias e de corretoras de criptomoedas. Segundo a Kaspersky, o vírus se espalha rapidamente e tem características únicas voltadas para o Brasil.

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Como o malware Maverick age

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Imagem: maxkabakov / Getty Images

A disseminação do arquivo malicioso

O vírus é disseminado por meio de arquivos compactados “.zip” que contêm atalhos “.lnk”. Ao abrir o arquivo, o código malicioso assume o navegador do usuário e acessa automaticamente o WhatsApp Web, enviando o mesmo arquivo para todos os contatos salvos.

Foco em computadores brasileiros

O Maverick é ativado apenas em sistemas com teclado brasileiro e formato de data local, o que indica um ataque altamente segmentado. Essa personalização dificulta a detecção em outros países, concentrando os riscos em território nacional.

Semelhança com vírus anteriores

Pesquisas da Sophos e Kaspersky mostram que o Maverick compartilha semelhanças com o vírus Coyote, que atingiu o Brasil em 2024. Porém, o Maverick é mais sofisticado, com comentários em português no código e foco em bancos e corretoras de criptomoedas.

Bancos e corretoras visados

O malware mira credenciais de mais de 20 bancos e corretoras de criptomoedas brasileiras, incluindo grandes instituições financeiras. A captura de senhas e dados permite aos criminosos movimentar contas, realizar transferências e até acessar investimentos em criptoativos.

Riscos financeiros e pessoais

Além do prejuízo financeiro, os usuários afetados podem ter seus dados pessoais expostos, incluindo informações sensíveis como CPF, endereço e histórico bancário. Isso aumenta o risco de fraudes adicionais, como empréstimos ilegais ou golpes de identidade.

Estratégias de prevenção eficazes

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Imagem: Freepik e Canva.

Não abrir arquivos suspeitos

Evitar abrir arquivos “.zip” ou atalhos recebidos por contatos desconhecidos é a primeira linha de defesa. Mesmo arquivos enviados por amigos podem ser comprometidos se a conta deles tiver sido invadida.

Manter sistemas atualizados

Atualizações de navegador, antivírus e sistema operacional corrigem vulnerabilidades exploradas por malwares como o Maverick. Sistemas desatualizados são mais vulneráveis a ataques sofisticados.

Uso de autenticação de dois fatores

Ativar a autenticação de dois fatores (2FA) em bancos e WhatsApp adiciona uma camada extra de segurança. Mesmo que a senha seja capturada, o invasor não consegue acessar a conta sem o segundo fator.

Monitoramento constante de contas

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Revisar extratos bancários e movimentações de criptomoedas regularmente ajuda a identificar atividades suspeitas. Quanto mais rápido o usuário detectar a fraude, maiores as chances de reverter prejuízos.

Ferramentas de cibersegurança

Antivírus de reputação confiável, firewalls e soluções de proteção em tempo real reduzem a exposição a vírus e outros malwares. Empresas como Kaspersky e Sophos oferecem recursos especializados para detectar ameaças direcionadas.

O papel do WhatsApp na prevenção

O WhatsApp reforça medidas de segurança, mas a responsabilidade final é do usuário. Bloqueios automáticos e alertas de atividade suspeita ajudam a reduzir a disseminação do malware, mas práticas de uso seguro continuam sendo essenciais.

O que fazer se for vítima do Maverick

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Imagem: depositphotos.com / CLIPAREA
  1. Desconectar o computador da internet imediatamente.
  2. Executar uma varredura completa com antivírus atualizado.
  3. Alterar senhas de bancos, contas de criptomoedas e WhatsApp.
  4. Notificar a instituição financeira sobre possíveis fraudes.
  5. Monitorar transações e bloquear cartões, se necessário.

Conclusão

O vírus Maverick demonstra como criminosos digitais estão cada vez mais sofisticados, criando ataques direcionados que exploram vulnerabilidades humanas e tecnológicas. A segurança no WhatsApp e nas contas bancárias não depende apenas das ferramentas digitais, mas também da atenção e da disciplina do usuário. Práticas simples, como não abrir arquivos suspeitos, manter sistemas atualizados, utilizar autenticação de dois fatores e monitorar transações financeiras, podem impedir que dados sensíveis sejam comprometidos. A conscientização contínua e o uso de soluções de cibersegurança confiáveis são essenciais para proteger informações pessoais e financeiras, garantindo que golpes como o Maverick não se transformem em prejuízos irreversíveis. A prevenção é sempre mais eficiente que a correção.

Melissa Barbosa

Autor

Melissa Barbosa

Melissa Barbosa é Redatora SEO e Designer no portal Seu Crédito Digital. Estudante de Jornalismo, possui sólida experiência em Marketing de Conteúdo, com foco em estratégias de SEO, comunicação digital e identidade visual. Apaixonada pelo universo da informação e da criatividade, une técnica e sensibilidade para transformar dados e tendências em conteúdos relevantes, que ajudam o público a entender melhor o cenário econômico, os benefícios sociais e os serviços digitais que impactam o dia a dia do brasileiro.

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