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Alimentação apresenta deflação pelo terceiro mês consecutivo; confira quais itens ficaram mais baratos

Dados do IPCA-15, prévia da inflação, apontam para redução no grupo que trata sobre a alimentação dos brasileiros. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Imagem de uma mulher com um carrinho de supermercado cheio analisando um extrato.

A principal queda do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) divulgado nesta terça-feira (26) veio do grupo de Alimentos e Bebidas, com redução de 0,77% no mês de setembro. Desde julho, o setor tem apresentado diminuições consecutivas, mas a mais recente, foi a maior delas. 

De acordo com as informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), alimentação no domicílio foi o item que representou o maior impacto sobre o resultado, que apresentou variação negativa de 1,25%. 

Por outro lado, a alimentação fora de casa registrou avanço positivo em relação ao mês anterior, um aumento de 0,46%, com destaque para os subitens lanches (0,74%) e refeições (0,35%). 

Alimentação mais barata

Conforme os dados apontados pelo IPCA-15, considerado a prévia da inflação, os alimentos que tiveram as maiores quedas no mês de setembro foram:

  • Batata-inglesa (-10,51%);
  • Cebola (-9,51%);
  • Feijão-carioca (-8,13%);
  • Leite longa vida (-3,45%);
  • Carnes (-2,73%);
  • Frango em pedaços (-1,99%).

Nos meses anteriores, mais especificamente em julho e agosto, o grupo de Alimentos e Bebidas apresentou deflação de 0,40% e 0,65%, respectivamente. 

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Produtos que ficaram mais caros 

Em contrapartida, alguns itens que compõem a cesta de alimentos analisados pelo indicador apresentaram aumento em relação ao mês anterior. Confira:

  • Limão (32,20%);
  • Banana-d’água (4,36%);
  • Arroz (2,45%);
  • Frutas (0,40%). 
Imagem de uma mulher com um carrinho de supermercado cheio analisando um extrato.
Imagem: Stokkete / shutterstock.com

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Composição do IPCA-15

Vale lembrar que 9 grupos de bens e serviços que fazem parte do cotidiano integram o IPCA-15. Para isso, a análise é feita com base nas famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos que residem em Brasília, no município de Goiânia, além das seguintes regiões metropolitanas:

  • Belém;
  • Belo Horizonte;
  • Curitiba;
  • Fortaleza;
  • Porto Alegre;
  • Recife;
  • Rio de Janeiro;
  • Salvador;
  • São Paulo.

Assim sendo, a diferença entre ele e o IPCA, indicador oficial da inflação, está no período de coleta e na abrangência geográfica. Nesse sentido, o outro índice referente a setembro ainda não foi divulgado.

Imagem: Stokkete / shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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