O Banco Central e o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovaram duas mudanças em relação aos cheques, com o objetivo de ampliar a segurança. A partir de outubro, as instituições financeiras poderão se adequar ao novo modelo padrão. Assim, dentre as novas possibilidades, os brasileiros terão a opção de incluir o nome social na folha.
Banco Central muda meio de pagamento muito usado pelos brasileiros
Uso do meio de pagamento tem sido reduzido, mas ainda representa uma quantia considerável. Veja o que vai mudar!
Antes, a regularização desse meio de pagamento era realizada pelo BC. No entanto, passará a ser de responsabilidade dos bancos. Nesse sentido, o intuito é que as questões de praticidade também sejam melhoradas.
Todas as alterações passam a valer a partir do dia 2 de outubro deste ano. Uma das possíveis características é a implementação de um código de segurança na folha, para que o usuário consiga saber que se trata de um documento legítimo.
Movimentações com cheque como meio de pagamento
Ainda que o uso do cheque tenha sido reduzido nos últimos anos, a forma de pagamento ainda movimenta bilhões de reais. Em 2021, foram R$ 667 bi e, no ano passado, R$ 666 bilhões. Porém, considerando a utilização desde 1995, houve uma queda de 94% para a modalidade.
Atualmente, o cheque é menos usado que opções como boletos e o Pix, mas ainda está à frente do DOC (Documento de Ordem de Crédito). Inclusive, vale lembrar que essa forma de transferência será extinta no país em breve.
De acordo com dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), em 2022, foram efetuadas mais de 202 milhões de transações via cheque. O número fica bem abaixo de opções de pagamentos como o boleto e o Pix, que registraram 4 bilhões e 24 bilhões, respectivamente.
Nome social no cheque
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Uma das alterações de destaque do novo modelo do cheque é justamente a possibilidade de usar o nome social na folha. Nesse sentido, conforme aponta o Banco Central, a medida foi inspirada no Pix, que já oferece essa oportunidade aos brasileiros.
Para isso, os clientes interessados precisarão entrar em contato diretamente com as instituições financeiras. Vale lembrar que o nome social é aquele pelo qual pessoas transgêneros e travestis reivindicam ser chamadas.
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com
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