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Coca-Cola foi vendida e modificada com vacinas? Entenda

Circula na internet a informação de que a Coca-Cola foi vendida e teve sua fórmula modificada com vacinas. Saiba mais sobre o assunto.

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Latinhas e garrafa de coca-cola em uma mesa de madeira

A informação de que a Coca-Cola foi vendida tem circulado na internet. Os conteúdos afirmam que o empresário estadunidense Bill Gates teria comprado ações da Heineken e da marca de refrigerantes para alterar a fórmula das bebidas com vacinas com RNA. No entanto, é importante destacar que a notícia é falsa.

A fake news tem sido compartilhada em plataformas como Twitter, Instagram, TikTok e WhatsApp e gerado desinformação. Siga a leitura para entender o caso.

A Coca-Cola não foi comprada por Bill Gates e não possui vacina na formulação

A notícia falsa diz que o empresário teria adquirido a fabricante de bebidas para inserir vacinas com RNA com o objetivo de controlar o DNA dos consumidores do refrigerante.

Em um dos conteúdos compartilhados nas redes sociais, o autor diz “eles nem escondem mais: a propaganda da Femsa (empresa distribuidora) é justamente a seguinte: Um só DNA!”, afirma a fake news.

A Femsa destacou que faz uso do termo “DNA KOF” em sua comunicação. Além disso, a companhia afirma que a frase tem o intuito de representar os valores internos dos colaboradores da empresa.

Entenda o ocorrido 

O que realmente aconteceu foi a recente compra de ações da Heineken por Gates. A compra teria sido anunciada no mesmo dia em que a companhia Fomento Economico Mexicano SAB, a Coca-Cola Femsa, presente na Bolsa de Valores com a sigla KOF, também teria realizado a venda de parte de suas ações.

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Gates possui participação na Femsa desde 2007, e a empresa é responsável pelo engarrafamento da Coca-Cola.

Ao projeto de verificação de notícias chamado Comprova, a Femsa e a Coca-Cola garantiram que não houve mudanças na fórmula do refrigerante. Além disso, é válido destacar que a companhia mexicana é somente uma das empresas responsáveis pelo engarrafamento do produto ao redor do mundo.

Imagem: Freepik/ Shutterstock

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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