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Ex-dirigente de clube brasileiro é preso em operação contra pirâmide financeira

Avatar de Bruna Cassana Machado Bruna Cassana Machado · · 2 min de leitura
Imagem de homem empilhando uma pirâmide com blocos de madeira e um cifrão estampado neles

Ex-dirigente do Botafogo – um dos maiores times de futebol do Brasil -, Ricardo Wagner de Almeida, foi preso em Niterói nesta quarta-feira (1).

Segundo informações da polícia, Ricardo é dono de uma empresa que opera seguindo esquema de pirâmide financeira. Durante operação, o ex-dirigente do Botafogo foi capturado e preso. Confira mais detalhes sobre o caso a seguir.

Acusado de estar envolvido em esquema de pirâmide, ex-dirigente do Botafogo é preso

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, este esquema de pirâmide financeira prejudicou dezenas de pessoas, levando-as a enormes prejuízos financeiros.

A empresa em questão, chamada Futura Invest, atraía as vítimas com promessas de pouco risco e retorno rápido em investimentos na B3 e em criptomoedas.

Depois dos primeiros meses, os investidores deixavam de ser pagos, resultando em prejuízos financeiros de milhões de reais.

Golpe de pirâmide financeira

As vítimas – em sua maioria, militares e servidores públicos -, quando convencidas a investir, acreditavam estar realizando um bom negócio. Depois de alguns meses, no entanto, os clientes deixaram de receber e não conseguiam contatar a empresa.

Uma vítima, em entrevista concedida ao site G1, contou que recebeu os valores correspondentes ao seu investimento durante oito meses. Depois, não recebeu mais nada.

“O primeiro passo foi entrar em contato por telefone, e-mail, e a empresa estava respondendo, falando que por culpa da pandemia ia voltar a pagar, e não pagou. A gente fez um grupo no WhatsApp, relatando a nossa situação, aí veio um SAC falando que ela ia começar ali a voltar os pagamentos, algo que não aconteceu”, contou o cliente.

Segundo a vítima, ao fechar negócio com a Futura Invest, havia contrato autenticado em cartório, o que a tranquilizou e convenceu de que podia confiar na empresa. Meses depois, porém, percebeu que se tratava de um golpe de pirâmide.

Imagem: Gajus / Shutterstock

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