O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou na tarde desta quinta-feira (22) que não virá para a posse do presidente eleito Lula (PT) no dia 1º de janeiro de 2023 em Brasília, como muitos esperavam. No entanto, Biden afirmou que enviará representantes.
De acordo com o comunicado oficial emitido pela Casa Branca, a delegação terá como líder Deb Haaland, Secretária do Interior dos EUA. Além dela, também estarão presentes o Diretor Sênior para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Conselho de Segurança Nacional, Juan Gonzalez, e o encarregado do setor de negócios da Embaixada, Douglas Koneff.
Relação diplomática entre Biden e Lula
Conforme citamos acima, o presidente norte-americano não poderá comparecer à cerimônia de posse de Lula. Havia ainda a expectativa de que sua vice, Kamala Harris, estaria presente no evento. Contudo, seu nome também não consta na lista da delegação que virá para o evento.
Vale lembrar que logo após o resultado que nomeou Lula como o próximo presidente do país, Biden foi um dos primeiros líderes do mundo a parabenizar o petista, por meio de comunicado oficial.
Na ocasião, o líder dos Estados Unidos aproveitou para dizer que esperava trabalhar junto com Lula para manter a cooperação entre os dois países.
Posse de Lula: quais líderes foram confirmados?
Ao contrário do presidente norte-americano, vários outros líderes de países do mundo confirmaram presença na cerimônia de posse de Lula no primeiro dia de 2023. Confira alguns dos nomes:
- Alemanha – Frank-Walter Steinmeier;
- Angola – João Lourenço;
- Argentina – Alberto Fernandez;
- Bolívia – Luis Arce;
- Cabo Verde – José Maria Neves;
- Chile – Gabriel Boric;
- Colômbia – Gustavo Petro;
- Costa Rica – Rodolfo Solano (ministro das Relações Exteriores);
- Equador – Guillermo Lasso;
- Guiana – Irfaan Ali;
- Guiné Bissau – Umaro Sissoco Embaló;
- México – Luis Videregaray (ministro das Relações Exteriores);
- Palestina – Riad Malki (ministro das Relações Exteriores);
- Panamá – José Gabriel Carrizo (vice-presidente);
- Paraguai – Mario Abdo Benítez;
- Portugal – Marcelo Rebelo;
- Suriname – Chan Santokhi;
- Timor Leste – José Ramos-Horta;
- Turquia – Mevlüt Çavuşoğlu (ministro das Relações Exteriores);
- Uruguai – Luis Alberto Lacalle Pou;
- Zimbabwe – Emmerson Mnangagwa.
Com os nomes confirmados, a posse de Lula terá o dobro de chefes de estado do que teve a de Bolsonaro, em 2019.
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