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Guerra em Israel é pior que a pandemia? Veja o que dizem os especialistas

Como a Guerra de Israel, somada aos eventos de catástrofe humana nos últimos anos, impacta nas finanças? Confira!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Sombra de dois soldados em uma montagem com as bandeiras de Israel e da Palestina representando a guerra em Israel

O cenário de pandemia que o mundo viveu recentemente, somado à Guerra de Israel e as outras que explodiram nos últimos anos, terão consequências diretas na economia mundial. Logo, o Produto Interno Bruto (PIB) dos países envolvidos estará prejudicado até o ano que vem, pelo menos.

Essas são as palavras da diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. Logo, é como se todos esses fatores somados levassem a uma década perdida pela humanidade. Saiba mais sobre as falas da diretora a seguir.

Guerra em Israel prejudicará economicamente os países envolvidos

Sombra de dois soldados em uma montagem com as bandeiras de Israel e da Palestina representando a guerra em Israel
Imagem: hapelinium/shutterstock.com

Segundo a diretora, essas catástrofes humanas impactam diretamente no desempenho econômico e no crescimento do PIB desses países. As falas de Georgieva aconteceram no 38º Seminário Bancário Mundial do G30, em Marrakech, Marrocos.

Ainda durante esse evento, que é parte da programação das reuniões anuais do FMI, Kristalina Georgieva destacou que a renda per capita desses Estados já fragilizados por conflitos deverá ainda manter um nível abaixo do de 2019 até o fim do ano que vem. As projeções são da própria instituição.

“Isso é uma década perdida para as pessoas que já estão em uma situação difícil”, disse a diretora do FMI. Além disso, ela disse no evento que não só os estados participantes saem prejudicados financeiramente, mas também há a desestabilização dos países vizinhos.

Como o FMI pode agir no meio desses conflitos?

Ainda de acordo com Georgieva, o FMI trabalha para aumentar a sua capacidade de ajudar os Estados que estão em conflito. Logo, isso será feito para poderem colocar “a política fiscal em ordem”. Com a Guerra em Israel, por exemplo, é difícil aumentar a receita e realizar gastos públicos com qualidade.

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A diretora também destacou que é preciso que os Bancos Centrais desses Estados consigam garantir a estabilidade de preços e ajudar no desenvolvimento.

Imagem: hapelinium / shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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