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Homem processa mulher em R$ 11,5 milhões por ela recusar pedido de namoro

Ao ser rejeitado, homem busca a Justiça por reparação contra mulher que rejeitou seu pedido de namoro. Conheça detalhes do caso

Marcos CostaPor Marcos Costa2 min de leitura
silhuetas de um homem oferecendo um coração partido para uma mulher

Praticamente todo mundo já viveu uma decepção amorosa. Por exemplo: O diretor da empresa de drones D1 Racing, K. Kawshigan, de Cingapura, teve um pedido de namoro recusado. Assim, sua pretendente, Nora Tan Shu Mei, disse que só sentia amizade por ele. Por isso, o homem decidiu recorrer à Justiça e processar a mulher em R$ 11,5 milhões.

Segundo o portal UOL, citando informações do jornal Metro, Kawshigan alega ter sido emocionalmente impactado após o episódio. Nesse sentido, ele será ouvido no Supremo Tribunal do país asiático na semana que vem. De acordo com o processo, o homem de negócios afirma que o pedido de namoro recusado provocou “trauma contínuo” e “reduções em sua capacidade de ganho”.

O sujeito diz que perdeu cinco parcerias comerciais desde que foi emocionalmente rejeitado.

Mulher que recusou pedido de namoro relata assédio

Também segundo a reportagem, Nora acusa Kawshigan de ter, durante um encontro, se aproveitado para cometer abusos e coagi-la a retomar contato com ele. Além disso, a mulher também narra que o assédio era tão recorrente que ela teve de investir em equipamentos de segurança.

Ou seja, além de um sensor de alarme, Nora conta que adquiriu um sistema de câmeras para proteger sua casa. Os advogados dela afirmam que Kawshigan recorreu a membros da vizinhança para conseguir o telefone de Nora. Atualmente, existe uma ordem de restrição contra o diretor da empresa.

Antes de pedir o equivalente a R$ 11,5 milhões, o homem buscava uma reparação de R$ 85,5 mil.

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História de Nora e Kawshigan teve início em 2016

O jornal Washington Post apurou que a história de Kawshigan e Nora teve início em 2016. Em 2020, os dois acabaram brigando. Segundo o processo, desde antes do pedido de namoro, Nora só o enxergava como um amigo. Por outro lado, ele considerava ela sua “amiga mais próxima” e exigia vê-la com frequência –  além de outros esforços para tornar a amizade em namoro.

Imagem: wk1003mike / shutterstock.com

Marcos Costa

Autor

Marcos Costa

Formado em Comunicação - Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2018. Acumula experiências como repórter, redator web e copywriter. Já trabalhou nos portais "Bahia Notícias" e "Bnews", além da assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

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