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LinkedIn demite 668 funcionários; entenda

LinkedIn demite 668 funcionários. Saiba mais sobre essa decisão impactante e suas repercussões. Fique atualizado agora.

Helena SerpaPor Helena Serpa2 min de leitura
Imagem de tela de smartphone com a interface do LinkedIn sendo exibida.

O LinkedIn, plataforma de networking profissional detida pela Microsoft, planeja demitir 668 membros de suas equipes de engenharia, produto, talentos e finanças. Esta é a segunda redução de pessoal do gigante das mídias sociais neste ano, tendo anteriormente cortado 716 posições em maio.

Em um esforço para refinar e aprimorar suas operações, o LinkedIn está redefinindo seu foco em “prioridades estratégicas para o nosso futuro”. Parece que a plataforma está em busca de caminhos inovadores para continuar a oferecer serviços valiosos para seus membros, mesmo diante dos desafios que têm enfrentado.

Por que o LinkedIn demite funcionários?

Com a desaceleração da procura por novos empregos e a diminuição das contratações praticadas por empresas, o LinkedIn notou uma queda significativa na demanda por seus serviços. Em maio, durante os primeiros cortes do ano, a empresa comunicou seu plano de encerrar operações na China.

Surpreendentemente, a decisão do LinkedIn de demitir funcionários acontece após a empresa ter reportado lucros em trimestres recentes. A Microsoft divulgou um aumento na receita do LinkedIn em 5% no trimestre encerrado em 30 de junho. E, além disso, antecipa um crescimento moderado para o trimestre finalizado em 30 de setembro de 2023.

Mão segurando o celular ligado na interface do LinkedIn, plataforma que demitiu funcionários.
Imagem: wichayada suwanachun / shutterstock.com

Próximas etapas da plataforma e seus funcionários

Conforme relatado, dos 668 cortes efetuados, 563 afetam engenheiros e colaboradores de tecnologia que se dedicam à pesquisa e desenvolvimento. Esses especialistas costumam ser considerados peças fundamentais nas empresas de tecnologia, frequentemente representando uma parcela substancial dos gastos com pessoal.

De acordo com informações da CNBC, o LinkedIn planeja preencher parte dessas vagas com a contratação de profissionais na Índia. Enquanto os planos estratégicos do LinkedIn para o futuro permanecem desconhecidos, é evidente que a empresa está disposta a fazer mudanças significativas para se manter relevante e valiosa para seus membros.

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Em relação a seus funcionários, certamente, a plataforma, conhecida por ser uma ponte no mundo profissional, desempenhará um papel crucial. Dessa forma, ajudando na transição em direção a novas oportunidades.

Imagem: Souvik Banerjee / unsplash.com

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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