A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), deve interferir no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo ela, a o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá que passar “lupa” no esquema de fraude em auxílios no governo anterior, de Jair Bolsonaro (PL), constatado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Ministra de Lula deve interferir no INSS em breve; entenda motivo
De acordo com a ministra de Lula, a ação trará benefícios. Entenda por que ela vai interferir no INSS em breve!
Simone disse que o INSS, em um determinado momento, apresentou uma alta significativa no número de pessoas que recebiam o Benefício de Prestação Continuada (BPC), bem como aposentadoria. Ela declarou também que o TCU falou de “1 trilhão de benefícios, pode ter algo em torno de 10% de erros ou fraudes”.
Entenda o objetivo do pente-fino no INSS apontado pela ministra de Lula
De acordo com a ministra de Lula, o pente-fino no INSS servirá para diminuir irregularidades a 1% ou 2% do total. Simone disse que a mudança é de R$ 10 bilhões a R$ 20 bilhões que a União precisa para garantir recursos para todos os ministérios, os quais sofreriam prejuízo no próximo ano.

Uma apuração do TCU, realizada no começo deste ano, encontrou indícios de irregularidades em auxílios concedidos pela gestão anterior. Conforme divulgado pelo órgão, os pagamentos somam R$ 2,9 bilhões entre junho e dezembro de 2021.
Simone criticou um grande programa de transferência de renda
Ademais, durante o 1º Seminário de Avaliação e Melhoria do Gasto Público, Simone criticou o Auxílio Brasil. Para a ministra de Lula, o Bolsa Família foi “desconstruído”. Ela explicou que o benefício foi usado como mecanismo político, com inserção de qualquer pessoa, “independente de ser rico ou ser pobre”.
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Nas palavras da chefe do Planejamento e Orçamento, o programa social deixou de ser Bolsa Família para se tornar um “Bolsa Pessoa”. Hoje, o governo Lula exige cumprimento de algumas condicionalidades, como atualização da caderneta de vacinas e frequência escolar mínima, algo que a gestão de Bolsonaro não pedia.
Imagem: SERGIO V S RANGEL / shutterstock.com
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