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Motorista de Uber precisa pagar Imposto de Renda? Entenda de uma vez por todas

É motorista de Uber e não sabe se precisa declarar o Imposto de Renda? Então acesse esta matéria e descubra!

Liliana LuísaPor Liliana Luísa2 min de leitura
Aplicativo do Imposto de Renda com notas de duzentos

Se você trabalha como motorista de Uber, com certeza, já deve ter se questionado sobre a necessidade de declarar Imposto de Renda. Para esclarecer esta dúvida, bem como evidenciar algumas informações relevantes sobre a tributação, elaboramos este artigo especialmente para você!

Continue lendo para entender sobre os requisitos para tornar a declaração obrigatória, assim como questões sobre o cálculo do imposto e as consequências do envio do documento.

Entenda quem tem a obrigação de declarar

Todas as pessoas físicas, independentemente do cargo que ocupam ou se possui carteira assinada ou não, devem realizar a declaração do Imposto de Renda caso recebam um valor anual superior a R$ 28.559,70. A obrigatoriedade também se estende a pessoas físicas, inclusive MEIs que ultrapassem esse teto.

Se a sua declaração é obrigatória e você atrasa o envio do documento, saiba que a Receita Federal imputa uma multa mínima de R$ 165,74, fora outros encargos. O valor pode aumentar consideravelmente se seus ganhos exigirem o recolhimento de tributo por parte do governo.

Veja como declarar o Imposto de Renda sendo autônomo

Enquanto autônomo, você precisará acessar o Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal com seus dados do gov.br. No preenchimento, você deverá informar dados pessoais, profissionais e de renda, assim como informações que possam deduzir o imposto devido, como gastos com saúde, educação e dependentes.

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Em suma, o procedimento é bastante semelhante às demais pessoas, diferenciando apenas no que concerne ao fato de ser um profissional autônomo e um método particular para tal. Neste sentido, a pessoa deverá selecionar a ocupação “Motorista e condutor do transporte de passageiros (motorista)” e informar os rendimentos como “Trabalho não assalariado”.

No que se refere às finanças, o profissional deve informar todos os aportes recebidos profissionalmente, bem como as reservas financeiras que possua, como poupança e outros tipos de investimento. Na declaração, também exige-se que se informe sobre bens e propriedades, inclusive o carro que utiliza para trabalhar.

Imagem: Alison Nunes Calazans / shutterstock.com

Liliana Luísa

Autor

Liliana Luísa

Formada em Letras, Liliana é uma profissional com 10 anos de experiência no mercado de trabalho, atuando como revisora e redatora.

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