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Nova modalidade de Pix parcela as compras e promete torná-las mais baratas

Atualmente, são mais de 117 milhões de usuários com uma chave Pix.

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Pouco mais de um ano depois de ser lançado, o Pix já se tornou um dos meios de pagamentos com maior sucesso do Brasil. Isso porque, além de ser descomplicado, o Pix oferece a chance de fazer transferências de forma praticamente instantânea e, em geral, sem custo algum. Atualmente, são mais de 117 milhões de usuários que movimentam cerca de R$ 500 bilhões por mês. E agora, uma nova modalidade do serviço promete baratear ainda mais suas compras. Confira a seguir!

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Dessa forma, o sistema que hoje funciona nos mesmos moldes de um cartão de débito, mas de forma totalmente digital, tem uma novidade. A ideia do Banco Central é que, em breve, o Pix passe a funcionar também como uma opção de crédito.

Assim, o Pix Garantido, como foi chamado o serviço, deve permitir aos usuários parcelarem suas compras no mesmo tipo de funcionamento de um cartão de crédito. A solução faz parte de uma agenda evolutiva do Banco Central para o Pix, que hoje figura como segundo meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros.

O primeiro banco a abraçar a proposta foi o Itaú, que já está trabalhando nessa nova formatação do Pix. O projeto está em fase de teste no sandbox regulatório, ambiente experimental de inovações financeiras do Banco Central. A previsão é que o Pix na função crédito comece a funcionar ainda no segundo semestre deste ano.

Por fim, o projeto é mais um passo rumo a uma possível substituição pelo cartão de crédito físico. Contudo, com a concessão do crédito por meio do Pix, a dispensa de uso de um cartão físico e maquininhas deve deixar de lado também as bandeiras e credenciadoras. E, sem isso, o processo deve baratear, inclusive para o consumidor. Hoje, com as operações na maquininha, as taxas cobradas pelas administradoras variam de 1,5% a 5% para os lojistas. No novo sistema, isso não seria cobrado.

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Imagem: Leonidas Santana / Shutterstock.com

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