Um novo golpe realizado por meio do WhatsApp tem feito diversas vítimas. O alerta veio do Procon de São Paulo. Trata-se de uma clonagem do mensageiro para enganar, além da vítima, seus contatos mais próximos ao pedir favores e até mesmo dinheiro.
Novo golpe do WhatsApp preocupa usuários
O Procon-SP emitiu um alerta sobre um golpe que tem feito diversas vítimas por meio do WhatsApp. Fique atento!
Segundo Fernando Capez, secretário de defesa do consumidor, as ações criminosas realizadas por meio dos canais digitais aumentaram de forma expressiva com a pandemia de Covid-19.
O Procon-SP anunciou o que deve ser feito nessas situações e forneceu dicas para evitar mais essa ação de golpistas na plataforma de mensagens. Fique atento!
Golpe do WhatsApp: como funciona?
O golpe que tem conseguido novas vítimas funciona da seguinte forma: o golpista entra em contato com a pessoa e alega ser funcionário de alguma loja. Ele oferece a possibilidade de ativar um anúncio e pede que o usuário digite um código para que isso seja feito.
O código na verdade é o número de verificação que o WhatsApp envia aos usuários como uma forma de segurança. Com ele, o golpista consegue acessar a conta do mensageiro da vítima.
Após esse procedimento, a ação continua. Ao se passar pela vítima, o golpista começa a enviar mensagens aos contatos solicitando favores ou dinheiro em nome da pessoa.
Esse tipo de ação costuma causar prejuízos financeiros aos que foram enganados e também uma preocupação com a primeira vítima, que se sente totalmente lesada com a perda do WhatsApp que foi clonado.
Golpe do WhatsApp clonado: como agir?
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
De acordo com o Procon-SP, as melhores formas de evitar esse tipo de golpe são não enviar nenhum tipo de código solicitado e ativar a verificação em 2 etapas disponibilizada pelo próprio WhatsApp. Para isso, basta acessar “Configurações”, “Conta” e depois “Verificação em duas etapas”.
Isso faz com que, além do código enviado, outra informação seja necessária para conseguir acessar a conta do mensageiro.
Imagem: r.classen/shutterstock.com
