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Passagens aéreas de R$ 200 já foram liberadas? Quem tem direito?

Governo já sabe quando as passagens aéreas de R$ 200 serão liberadas para venda. Veja quem pode comprar com desconto.

Avatar de Ana Luisa Ana Luisa · · 2 min de leitura
Closeup em uma pessoa segurando uma mala e passagens aéreas dentro de um aeroporto.

Em março, o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, anunciou o novo programa do governo para estimular o turismo, o Voa Brasil. Através dele, grupos específicos da população terão acesso a passagens aéreas de R$ 200,00. 

Agora, o governo federal disse que o presidente Lula irá fazer o lançamento oficial do programa em agosto deste ano. No entanto, até agora, três das maiores companhias aéreas do Brasil já aderiram à novidade: Gol, Latam e Azul. 

Entretanto, ainda existem muitas dúvidas em relação ao programa. Por exemplo, como manter as passagens aéreas de R$ 200,00 quando o ticket médio dos bilhetes é de mais de R$ 600,00. Contudo, o ministro garante que o governo não irá subsidiar esse valor. 

Passagens aéreas de R$ 200,00 serão em vagas ociosas

De acordo com Márcio França, o Voa Brasil pretende disponibilizar as poltronas vazias dos aviões, principalmente durante a baixa temporada. Atualmente, as aeronaves levantam voo com até 21% de poltronas vazias. 

Portanto, as passagens aéreas de R$ 200,00 são referentes às vagas que a companhia aérea não conseguiu vender para determinado trecho e que oferecerá mais barato para o público do programa. Assim, a meta inicial proposta pelo governo é ocupar 5% dessas vagas. 

Apesar disso, o Voa Brasil não quer parar por aí. A ideia é expandir o modelo para outros atores do setor de turismo, como hotéis, pousadas e empresas de aluguéis de carro. Dessa forma, essas empresas ofereceriam descontos especiais durante a baixa temporada para os inscritos no programa.

Quem pode participar

Conforme as regras do Voa Brasil, nem todos os brasileiros terão acesso às passagens aéreas de R$ 200,00. Para fazer parte do programa é necessário:

  • Ser aposentado e pensionista do INSS e receber, no máximo, R$ 6.800;
  • Ser servidor público cujo salário não seja superior a R$ 6,8 mil;
  • Estar inscrito no CadÚnico;
  • Ser bolsista ou ter financiado os estudos através do FIES.

Imagem: Joshua Woroniecki / pixabay.com

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