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Péssima notícia para o seu bolso: preço do aluguel volta a subir

Pesquisa mostra que preços de aluguel voltam a subir em 2023 e podem superar alta histórica de 2011; entenda!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Duas miniaturas de casas ao lado de várias pilhas de moedas

Se você está pensando em se mudar, uma péssima notícia pode te desanimar: o preço do aluguel voltou a subir em algumas cidades do país. A alta chegou a 16,16% em setembro deste ano. As informações são do índice FipeZAP, que mede as variações em 25 municípios brasileiros.

Assim, somente no mês passado, este índice registrou alta de 0,96% ─ ficando abaixo do de agosto, que obteve alta de 1,33%. Porém, no total do ano, o aumento já é bem alto. Isso mostra que, até o mês de setembro, o aumento já foi praticamente igual ao do ano passado, que ficou em 16,55%.

Por que o preço do aluguel está aumentando?

Duas miniaturas de casas ao lado de várias pilhas de moedas
Imagem: Zephyr_p/shutterstock.com

Em algumas cidades, como Florianópolis e Goiânia, os cidadãos podem sentir uma alta ainda maior: chegam em quase 30% – 29,35% e 25,77%, respectivamente. A FipeZAP leva em conta somente os preços anunciados, sem a variação para mais ou para menos após negociações.

O aumento acontece na mesma proporção da inflação e das taxas de juros. Mas, além disso, a volta ao trabalho presencial também tem aumentado a procura de imóveis e, consequentemente, o preço do aluguel.

Ou seja, se durante a pandemia, com o trabalho remoto, as pessoas poderiam morar em qualquer lugar, com a volta do presencial, estão procurando locais mais próximos. Com isso, as imobiliárias também estão cobrindo a defasagem da crise sanitária, que, para se manter em pé, não realizou tantas correções monetárias.

Perfis de imóveis que mais aumentaram

Segundo a pesquisa, os perfis que mais aumentaram o preço do aluguel foram os imóveis com um dormitório, em 19,11%. Em seguida, imóveis com 2 dormitórios aumentaram 12,43%; 3 dormitórios aumentaram 12,59%, e 4 ou mais dormitórios tiveram uma elevação de 10,79%.

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Esses dados vão em direção ao que explicitamos acima: imóveis mais procurados, principalmente devido à oferta de trabalho, sofreram maior aumento. Os preços do aluguel neste ano podem bater o recorde de 2011, que chegou em 17,30%.

Imagem: Zephyr_p/shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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