Desde quinta-feira (19) está circulando uma informação na internet de que a Presidência da República do Brasil foi alvo de um ataque hacker. Isso porque o grupo de cibercriminosos Black Suit, que utiliza o Royal Ransomware, anunciou no seu site que conseguiu invadir o sistema do governo.
Presidência da República foi atacada por grupo hacker? Entenda o que está acontecendo
Grupo diz que atacou e invadiu o sistema da Presidência da República. Saiba se isso é verdade e o provável motivo para o ataque.
Em um print do suposto site que está nas redes, o grupo explica que a Presidência da República faz parte da estrutura do governo brasileiro. Além disso, disse que o órgão possui entre 2000 e 5000 servidores trabalhando e um orçamento que pode chegar a $500 milhões.
Outro dado importante é que os hackers dizem que conseguiram acessar informações administrativas do sistema brasileiro. Entretanto, ainda não divulgaram mais informações sobre os dados que tiveram acesso nem como a invasão do sistema aconteceu.
Presidência da República nega o ataque
Na quinta-feira à noite, em resposta ao portal TecMundo, a Secretaria da Presidência da República negou que seu sistema sofreu qualquer tipo de ataque hacker. Contudo, o Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo (CTIR Gov) acompanhou uma onda de tentativas de ataques com esse mesmo ransomware.
Nas redes sociais, alguns perfis começam a levantar a hipótese de que o ataque não aconteceu ontem, já que o governo soltou um comunicado negando o fato. Então, eles acreditam que esse vazamento aconteceu em uma data anterior.
Como funciona um ransomware
A Presidência da República supostamente sofreu o ataque de um ransomware, um vírus de computador que permite que terceiros acessem o sistema invadido para instalar programas e aplicativos de controle remoto. Assim, os criminosos conseguem fazer o download das informações dos bancos de dados.
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Com essas informações em mãos, eles pedem determinado valor em dinheiro para não divulgarem os dados ou devolverem os arquivos para a vítima. Ou seja, fazendo uma comparação simples, funciona como um sequestros de dados online.
Imagem: Gorodenkoff/shutterstock.com
