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Presidente da Caixa dá péssima notícia sobre o ‘Minha Casa, Minha Vida’

Rita Serrano falou sobre a nova proposta para o 'Minha Casa, Minha Vida' e as chances dela ser implementada. Confira na íntegra!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
logo do programa 'Minha Casa, Minha Vida' e vários imóveis enfileirados em condomínio ao fundo

Maria Rita Serrano, presidente da Caixa Econômica Federal, falou sobre a proposta para o ‘Minha Casa, Minha Vida’, que trata sobre a inclusão de famílias de classe média no programa.

Contudo, de acordo com ela, a medida não deve ser implementada neste ano. O motivo para isso é que os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) não são suficientes. Saiba mais!

Faixas de renda do ‘Minha Casa, Minha Vida’

A ideia de ampliar o alcance do programa habitacional para os brasileiros que compõem a atual classe média já havia sido citada pelo presidente Lula (PT). Segundo Serrano, uma conversa sobre o assunto foi realizada com o chefe do Executivo, mas, para este ano, talvez não seja possível a implementação da medida.

No entanto, a presidente da Caixa não descarta a possibilidade para 2024, quando novos estudos poderão ser feitos. Em junho, Lula falou sobre incluir os brasileiros com renda de até R$ 12.000 no novo desenho do programa habitacional.

Atualmente, as faixas de renda do ‘Minha Casa, Minha Vida’ para a área urbana são divididas em três. Veja quais são:

  • Faixa 1 (urbana) – renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640;
  • Faixa 2 (urbana) – renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4.400;
  • Faixa 3 (urbana) – renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ R$ 8.000.

Caso o programa passe a aceitar famílias com renda mensal de até R$ 12.000 é possível que uma nova faixa seja criada tendo em vista os atuais valores que integram o programa neste momento.

Fonte de financiamento do programa 

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A principal fonte de financiamento do ‘Minha Casa, Minha Vida’ é justamente o FGTS. É por isso que a presidente da Caixa, banco responsável pelo programa habitacional, diz que o fundo não apresenta recursos suficientes para incluir uma nova faixa de renda como deseja o presidente Lula. 

De acordo com dados do Planalto, até o mês de julho, mais de 10 mil unidades de imóveis já tinham sido entregues para os brasileiros atendidos em todos os estados do país. Para isso, foi necessário um montante de R$ 1,17 bilhão em investimentos.

Imagem: Leonardo Dantas Teixeira / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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