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Quais as lojas que mais devem se beneficiar com a crise da Americanas? Confira

Crise em um dos maiores nomes do varejo deve gerar bons resultados para concorrentes da Americanas. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Fachada de uma unidade da Americanas

A grande crise da Americanas foi iniciada após o anúncio de um rombo bilionário no balanço da empresa nas últimas semanas. Desde então, as ações da companhia foram retiradas de todos os índices da bolsa de valores e um pedido de recuperação judicial foi oficializado.

A empresa conta com uma dívida de R$ 43 bilhões. Agora, o grande nome do varejo precisa atuar de forma a não decretar falência e fechar suas portas. 

Diante dessa situação, como é habitual no mercado, outras lojas devem se beneficiar com a situação adversa da concorrente. Saiba quais são elas. 

Lojas beneficiadas pela crise da Americanas 

A Americanas é um dos principais nomes do setor varejista, ainda mais quando se trata de compras online. Pensando nisso, um levantamento realizado pelo Citi e publicado pela Exame Invest apontou quais são as lojas que mais tendem a se destacar a partir deste momento. 

Para a análise, foi considerado que todo o tráfego, ou seja, todo o acesso ao site da Americanas, deixasse de existir. Veja.

  • Mercado Livre: 40,3%;
  • Magazine Luiza: 19,4%;
  • Via (proprietária das Casas Bahia e do Ponto): 9%.

Ao considerar o volume bruto de vendas, o resultado vem a seguir. O percentual corresponde ao volume vendido via marketplace e por vendas diretas.

  • Magazine Luiza: aumento de 18% nas vendas;
  • Via: avanço de 15% nas vendas;
  • Mercado Livre: elevação de 11% nas vendas.

Mercado Livre já ocupa o lugar da varejista no BBB

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O resultado não causa grandes surpresas, uma vez que, depois de a Americanas cancelar o patrocínio ao Big Brother Brasil deste ano, o Mercado Livre já ocupa o espaço. Vale ressaltar que a varejista era a maior patrocinadora do reality show. 

O anúncio da saída da Americanas veio poucos dias depois do anúncio do rombo de R$ 20 bilhões. A empresa ainda não havia entrado com o pedido de recuperação judicial.

Diante do sucesso do programa, o Mercado Livre certamente conquistará mais espaço no setor varejista do país.

Imagem: Jair Ferreira Belafacce/shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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