A grande crise da Americanas foi iniciada após o anúncio de um rombo bilionário no balanço da empresa nas últimas semanas. Desde então, as ações da companhia foram retiradas de todos os índices da bolsa de valores e um pedido de recuperação judicial foi oficializado.
Quais as lojas que mais devem se beneficiar com a crise da Americanas? Confira
Crise em um dos maiores nomes do varejo deve gerar bons resultados para concorrentes da Americanas. Saiba mais!
A empresa conta com uma dívida de R$ 43 bilhões. Agora, o grande nome do varejo precisa atuar de forma a não decretar falência e fechar suas portas.
Diante dessa situação, como é habitual no mercado, outras lojas devem se beneficiar com a situação adversa da concorrente. Saiba quais são elas.
Lojas beneficiadas pela crise da Americanas
A Americanas é um dos principais nomes do setor varejista, ainda mais quando se trata de compras online. Pensando nisso, um levantamento realizado pelo Citi e publicado pela Exame Invest apontou quais são as lojas que mais tendem a se destacar a partir deste momento.
Para a análise, foi considerado que todo o tráfego, ou seja, todo o acesso ao site da Americanas, deixasse de existir. Veja.
- Mercado Livre: 40,3%;
- Magazine Luiza: 19,4%;
- Via (proprietária das Casas Bahia e do Ponto): 9%.
Ao considerar o volume bruto de vendas, o resultado vem a seguir. O percentual corresponde ao volume vendido via marketplace e por vendas diretas.
- Magazine Luiza: aumento de 18% nas vendas;
- Via: avanço de 15% nas vendas;
- Mercado Livre: elevação de 11% nas vendas.
Mercado Livre já ocupa o lugar da varejista no BBB
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
O resultado não causa grandes surpresas, uma vez que, depois de a Americanas cancelar o patrocínio ao Big Brother Brasil deste ano, o Mercado Livre já ocupa o espaço. Vale ressaltar que a varejista era a maior patrocinadora do reality show.
O anúncio da saída da Americanas veio poucos dias depois do anúncio do rombo de R$ 20 bilhões. A empresa ainda não havia entrado com o pedido de recuperação judicial.
Diante do sucesso do programa, o Mercado Livre certamente conquistará mais espaço no setor varejista do país.
Imagem: Jair Ferreira Belafacce/shutterstock.com
