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Quais medidas tomar para evitar problemas com a inflação?

Diante da alta desenfreada da inflação, é fundamental encontrar meios de conseguir driblar a mesma, e perder o menos possível.

Priscilla KinastPor Priscilla Kinast3 min de leitura
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Tempo estimado de leitura: 3 minutos

A inflação vem atingindo vários países do mundo. No Brasil, a alta dos preços ao consumidor chega a 2 dígitos no acumulado dos últimos 12 meses. Para que a inflação não comprometa o bolso das pessoas, uma das formas possíveis é fazer investimentos.

Com a inflação a cada dia mais corroendo o poder de compra da população, deixar o dinheiro parado não é visto como uma opção vantajosa. Na área de investimentos, há a possibilidade de achar aplicações com rendimentos interessantes.

Quais medidas tomar para evitar problemas com a inflação?

De acordo com a co-fundadora e COO da Bricksave, Sofía Gancedo, no Brasil, há uma parte considerável de investidores conservadores, que escolhem opções com menor risco possível. De quem poupa, um dos grandes projetos é comprar a casa própria.

No caso de quem busca uma boa rentabilidade, a especialidade diz que o investidor pode recorrer aos fundos imobiliários ou à compra de imóveis para a diversificação da carteira de investimentos. Além disso, Gancedo considera que no caso do investimento no médio prazo, “acumular dólares equivale a perder dinheiro”. É dito isso, pois houve uma desvalorização da moeda de 14,77% entre janeiro e maio de 2022.

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Apesar de não observar o dólar como uma opção no médio prazo, Gancedo diz que “a moeda norte-americana até pode ser considerada um bom refúgio, se precisarmos de capital de curto prazo”. Ou seja, pode ser importante considerar ativos que ganham valor durante os anos, acima do ritmo da inflação.

De acordo com Gancedo, estes investimentos devem operar “em macroeconomias estáveis e no quadro de regulamentações claras; mercados-alvo que suportem flutuações temporárias – pandemia, guerra, inflação, entre outros”. E completa: os ativos precisam disponibilizar “um retorno moderado, seguro. E se possível, diversificado, o que se consegue ao longo de longos ciclos econômicos (aproximadamente cinco anos)”.

Nesse sentido, o investimento em imóveis é uma proteção contra a inflação. A razão é que a valorização dos bens sobe durante os anos. Isso acontece, especialmente, nas nações desenvolvidas. Segundo Gancedo, ao se falar em investimento em imóveis, é importante avaliar a liquidez ou a falta da mesma. Ou seja, no caso de incerteza, a recomendação é ter uma reserva de emergência disponível.

Priscilla Kinast

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Priscilla Kinast

Jornalista, apaixonada pelo mercado financeiro e pelas inovações tecnológicas. Registro Profissional: 0020361/RS

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