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Quais países farão parte do Pix internacional?

O Pix Internacional deve integrar diferentes países localizados na América Latina e tem prazo para ser lançado. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Pix

Roberto Campos Neto, atual presidente do Banco Central, afirmou que um Pix Internacional está em processo de negociação para atuar em mais quatro países localizados na América Latina além do Brasil. Desde que a ferramenta foi lançada, seu uso contou com alta adesão dos brasileiros e em breve poderá ser usado por outras pessoas.

De acordo com as informações divulgadas pela imprensa, o projeto pode ser implementado em 2 anos. Para Campos Neto, trata-se de uma maneira de criar um bloco econômico entre nações latino-americanas e determinar uma forma de pagamento única. Pelo menos, este é o objetivo inicialmente.

Caso aconteça, o Pix poderá ser usado em diferentes países normalmente, de modo a facilitar as transações entre as fronteiras que fizerem parte do bloco. O desenvolvimento de algo nesse sentido caminha em direção ao objetivo de integrar nações por meio de transferências instantâneas.

Pix Internacional: quais são os países? 

Segundo Campos Neto, as negociações estão sendo feitas com Chile, Colômbia, Equador e Uruguai. A medida foi comentada e relacionada com a ideia de uma moeda única defendida pelo presidente Lula (PT). 

Em sua fala, durante o evento realizado no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), local em que o Pix Internacional foi pautado, o presidente do BC alega que, com a possibilidade, não seria necessário o desenvolvimento de uma moeda comum.

Mais informações sobre o Pix entre os países da América Latina ainda não foram divulgadas. Mas, ao que tudo indica, com base nas falas de Campos Neto, a ferramenta deve funcionar de forma semelhante ao serviço disponibilizado atualmente.

Moeda comum 

Uma moeda comum voltou a ser debatida pelo atual governo e ganhou ainda mais espaço com a última viagem do presidente Lula à Argentina, no qual, os dois líderes falaram sobre a possibilidade da criação da moeda de forma a unificar e facilitar as transações comerciais entre os países. 

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Contudo, existem algumas ressalvas. O atual presidente do Banco Central demonstrou em sua fala que não é a favor desse tipo de criação entre as nações. 

Vale lembrar, no entanto, que caso a moeda comum fosse criada, ela serviria apenas para movimentações comerciais entre os países. Ou seja, os cidadãos não teriam acesso direto e as moedas oficiais, como o Real e o Peso, não deixariam de existir. 

Imagem: rafapress/shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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