O Santander entrou na Justiça contra a Americanas com medida cautelar. A ação pede o acesso a documentos, além de produção de provas antecipadas.
Santander entra na Justiça contra Americanas
O Santander entrou na Justiça contra a Americanas pedindo o acesso a documentos e uma convocação de depoimento de envolvidos.
O objetivo seria entrar com pedido de ação indenizatória contra a varejista e os acionistas da empresa. As informações são do jornal ‘O Globo’.
Além disso, a ação do Santander ainda pede que figuras responsáveis pelo rombo de R$ 20 bilhões sejam convocadas imediatamente para prestar depoimentos. Para o banco espanhol, não é coerente que os administradores da varejista não tenham sentido falta de um montante desse tamanho.
A ação acontece logo após o BTG Pactual enfrentar a Americanas na Justiça. O banco conseguiu o bloqueio de valores referentes a parte da dívida da varejista com a instituição bancária.
Processo do Santander pede depoimento de acionistas e acesso a documentos
O processo aberto pelo Santander contra a Americanas pede a convocação para depoimento de acionistas de referência. Entre eles, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira.
Além disso, a ação ainda pede o depoimento dos executivos Miguel Gutierre, Ana Saicali e Sérgio Rial, ex-CEO da Americanas, que denunciou as “inconsistências contábeis” identificadas na empresa. De acordo com os advogados do Santander:
“não é razoável supor que os administradores que participavam do dia a dia da companhia — em especial os membros efetivos de seus conselhos de administração e fiscal e comitê de auditoria, bem como seu diretor-presidente e diretor financeiro — não dariam falta de uma quantia desta magnitude”.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Além disso, o processo aberto pelo Santander pede também o acesso a documentos que tenham relação com o rombo de R$ 20 bilhões encontrado na Americanas. De acordo com a ação, os representantes do Santander pedem:
“todas as correspondências, incluindo e-mails, cartas e/ou mensagens de WhatsApp, Telegram ou qualquer rede social, que os seus executivos e demais empregados da companhia tenham recebido ou trocado com os acionistas controladores nos últimos dez anos, a respeito das chamadas operações de risco sacado e quaisquer outras relacionadas às ‘inconsistências contábeis’”.
Imagem: Manuel Esteban / shutterstock.com
Pode ser do seu interesse:
