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Bolsonaro diz que uma segunda rodada do auxílio emergencial “vai quebrar o Brasil”

Após o escândalo envolvendo as contas do governo, Bolsonaro afirma que uma segunda rodada do auxílio emergencial não será possível.

Priscilla KinastPor Priscilla Kinast3 min de leitura
Caixa Tem Auxílio Emergencial

Após uma semana polêmica envolvendo os gastos do governo Bolsonaro em 2020, o presidente do Brasil reforçou que não haverá segunda rodada do auxílio emergencial. De acordo com ele, se houver aprovação de uma segunda rodada, o país estaria fadado a “quebrar”.

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Sobre o auxílio emergencial em 2020

Auxílio emergencial é o nome dado ao benefício que o Governo Federal concedeu em 2020. O mesmo, era destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados. O objetivo do benefício, era oferecer uma fonte de renda aos mesmos, em meio a crise ocasionada pela pandemia do Coronavírus – COVID 19.

Entre os meses de abril até dezembro de 2020, o governo pagou nove parcelas do benefício. Cinco delas foram no valor de R$ 600, enquanto as outras quatro foram de R$ 300. De acordo com o Ministério da Cidadania, aproximadamente 70 milhões de brasileiros receberam o auxílio. Foram gastos mais de R$ 300 bilhões para pagar o auxílio.

Sobre a segunda rodada do auxílio emergencial

Em transmissão ao vivo em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro disse: 

Lamento, o pessoal quer que continue, vai quebrar o Brasil. Vem inflação, descontrole da economia, vem um desastre atrás disso aí. E todo mundo vai pagar caríssimo. E temos que trabalhar.

No início do ano, o presidente já havia informado que o país estaria quebrado. Além disso, citou que não podia “fazer nada”, pois conforme ele, a pandemia e a imprensa seriam os responsáveis. De acordo com Bolsonaro, a imprensa teria “potencializado” o vírus.

De acordo com a Agência Globo, os candidatos às presidências da Câmara e do Senado, até mesmo os que tem o apoio do governo, vem falando sobre medidas de renda aos mais necessitados. Porém, o governo federal tem como descartada essa possibilidade.

Dessa forma, ao que tudo indica, o cenário atual parece não estar favorável para a segunda rodada do auxílio emergencial. Bolsonaro ainda afirmou que:

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Alguns batem na questão do auxílio emergencial. O nome é emergencial. A nossa capacidade de endividamento chegou ao limite. Ficamos cinco meses com R$ 600 e depois quatro meses com R$ 300.

Para o presidente, as pessoas devem “voltar a trabalhar”, e assim não necessitar mais do programa.

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom/shutterstock.com

Priscilla Kinast

Autor

Priscilla Kinast

Jornalista, apaixonada pelo mercado financeiro e pelas inovações tecnológicas. Registro Profissional: 0020361/RS

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