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Banco do Brasil oferece atendimento por assistente de voz do Google

Banco do Brasil oferece atendimento por assistente de voz do Google

Os correntistas do Banco do Brasil têm à sua disposição uma solução inédita no sistema financeiro do país. É possível ter atendimento através do assistente de voz do Google. É isso mesmo! Para isso, basta simplesmente falar: “OK, Google… falar com o Banco do Brasil”.

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Banco do Brasil oferece atendimento por assistente de voz do Google

De acordo com o Banco do Brasil, o atendimento por assistente de voz do Google é inédito entre as instituições financeiras. Através dele, tanto pessoas físicas quanto jurídicas poderão obter atendimento tão facilmente quanto fazer uma pesquisa no gigante das buscas.

O recurso está disponível tanto para smartphones com sistema operacional Android quanto para o iOS. Contudo, para os usuários de iPhones, é necessário instalar o aplicativo Google Assistente.

Entretanto, em uma primeira etapa, a tecnologia apresenta algumas funcionalidades para pessoas físicas e jurídicas. Como a emissão de senhas para atendimento presencial e a localização de agências. Ao falar “Encontre o BB”, o cliente poderá consultar endereços e traçar a rota por meio do Google Maps.

WhatsApp

Além do atendimento por assistente de voz do Google, o Banco do Brasil anunciou novos recursos para o atendimento por inteligência artificial através do WhatsApp. Através do App é possível fazer consultas, transferências, pagamentos e saques.

Agora, o correntista do BB pode pagar boletos com através de fotografias e solicitar atendimento por meio de mensagens de áudio. O usuário também pode cadastrar um apelido para o bot, que é o robô que faz o atendimento.

O aplicativo do BB também trouxe algumas novidades na última atualização. Ou seja, a função “Pagar e Receber”, através da qual é possível transferir ou receber recursos por meio de Códigos QR (desenho que aparece na tela para ser escaneado) agora está disponível para transações entre bancos diferentes e permite monitorar e controlar quem fez os pagamentos.

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Presidente do BB está convencido que o banco deveria ser privatizado

Presidente do BB está convencido que o banco deveria ser privatizado

Durante palestra na Fundação Getúlio Vargas que ocorreu hoje (15), o presidente do BB, Rubem Novaes, afirmou que “está convencido” de que a empresa deveria ser privatizada.

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Presidente do BB está convencido que o banco deveria ser privatizado

O presidente do BB afirmou que não está em cogitação a venda de nenhuma das grandes estatais do Brasil, como o próprio Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobrás. Contudo, ele reforçou que o país deveria seguir “batendo nesta tecla”, pois essas companhias estariam melhor na mão no setor privado.

Confira algumas das suas falas:

“Estou convencido que o Banco do Brasil deveria ser privatizado”, disse. “No Banco do Brasil, me sinto de mão atadas. É como se tivesse bolas chumbo nas pernas para competir com os bancos privados.”

“Está havendo um apoio crescentes das pessoas que pensam com mais responsabilidade sobre a economia do país. E agora a gente vai precisar muito desse apoio para avançar também na área de privatização, sobretudo do setor bancário”, afirmou.

“O governo, ao longo da história, atrapalhou mais do que ajudou o Banco do Brasil. Minha conclusão é que se o BB fosse privado, ele seria muito mais eficiente, teria melhor retorno e poderia alcançar todos os objetivos que hoje alcança.”

Caixa Econômica Federal

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães afirmou que a Caixa deu início à venda dos ativos. Ademais, ele ainda disse que o banco deverá fazer a abertura de capitais dos segmentos de loterias, cartões e assets.

“Até junho a gente pretende vender todas as participações não estratégias e a partir de setembro fazer quatro operações no mercado de capitais por determinação do ministro”. O objetivo dessas operações é pagar a dívida do banco, que é o equivalente a R$ 385 bilhões.

BNDES

O presidente do BNDES Joaquim Levy enfatizou sobre a necessidade de cessão de empresas públicas ao setor privado. Ele considera que o estado brasileiro se tornou muito grande, deixando a economia interna disfuncional.

“Se a gente não tomar medidas para corrigir a gente vai entrando numa espiral em que cada vez mais a classe produtora tem que trabalhar mais para financiar o estado”, disse Levy.

Ele destacou que o BNDES está trabalhando com vários estados na privatização, sobretudo, do setor de energia. Entretanto, há muito mais a ser feito.

“Há vários setores que podem dar um pouco de dinamismo à economia.

Quanto ao BNDES, Levy evidenciou o foco na reestruturação de sua atuação. Ele citou um antigo comercial de um banco privado que dizia ser “um banco que nem parece banco”.

“O que nós queremos hoje é tornar o BNDES um banco que até parece banco”.

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