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Vale-Alimentação vai ser reajustado conforme a inflação?
O vale-alimentação recebeu muita atenção recentemente devido a mudanças importantes em suas regras. Saiba mais
O vale-alimentação recebeu muita atenção recentemente devido a mudanças importantes em suas regras. O benefício, que não é obrigatório, é concedido pelos empregadores e proporciona uma alimentação adequada aos seus funcionários.
Um dos principais benefícios oferecidos pelas empresas é o Vale-Alimentação (VA) e o Vale-Refeição (VR). Porém, nem todos recebem o benefício e há pessoas que ainda têm dúvidas sobre como podem utilizar o vale.
Como funciona o reajuste dos valores?
Anualmente, o governo federal é obrigado por lei a ajustar o valor do salário mínimo levando em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O uso do medidor da inflação tem a finalidade de evitar perdas no poder de compra da população.
O mesmo não acontece com os vales. A princípio, a empresa não tem a necessidade de reajustar o valor dos benefícios, uma vez que eles também não são obrigatórios a serem concedidos.
Porém, havendo algum contrato ou acordo com o sindicato da categoria que determine a correção, ela precisa ser realizada. Caso o ajuste do valor do vale-alimentação que foi acordado entre o empregador e funcionários não é realizado, o trabalhador e/ou seu sindicato podem abrir uma ação na Justiça do Trabalho.
Como funciona o Vale-Alimentação e Refeição?
A finalidade do vale-alimentação é ajudar os colaboradores com suas despesas alimentícias para o lar. Por este motivo, o benefício colabora com toda a família. O vale-refeição costuma auxiliar o profissional durante o expediente de trabalho para refeições em restaurantes próximos à empresa.
Agora, caso as empresas ofereçam os dois benefícios (VA e VR) aos colaboradores, eles podem participar do PAT, que é um programa de incentivo de abatimento fiscal.
Alta dos alimentos causa inadimplência
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Os gastos com alimentação deixaram 18% dos brasileiros no vermelho nos seis primeiros meses de 2022. As informações são da empresa Boa Vista, que colheu dados de 1.500 consumidores de todo o Brasil. O nível é o mais elevado da série histórica, que teve início há cinco anos.
A maioria dos negativados (28%) relaciona a inadimplência ao desemprego, enquanto que outros 24% acreditam que ela é fruto da diminuição da renda. Segundo Flavio Calife, economista da Boa Vista, o desemprego é historicamente o principal motivo da negativação e continua como tal, mesmo com as taxas diminuindo nos últimos meses, de acordo com o IBGE.
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Imagem: Ground Picture/shutterstock.com
