O Bolsa Família é um dos programas sociais que mais ajudaram o povo brasileiro. Diante disso, em março desse ano, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), relançou o projeto, que passa a atender aproximadamente 21 milhões de beneficiários. Entretanto, cerca de 2,5 milhões de cidadãos foram bloqueados um pente-fino que está sendo feito.
Em primeiro lugar, é preciso entender que o programa contempla os mais necessitados. Devido à intensa desigualdade social no Brasil, muitos têm no Bolsa Família sua principal fonte de subsistência. Portanto, é primordial conhecer todos os requisitos para ter acesso ao benefício e saber como evitar o bloqueio.
O pente-fino do Governo:
Segundo Wellington Dias, ministro do MDS, a CGU (Controladoria Geral da União), constatou um total de 820.908 benefícios liberados de maneira equivocada. Ou seja, o programa disponibilizou renda para famílias que não tinham direito. O número representa um gasto indevido de R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos.
Tendo em vista essas irregularidades, a entidade recomendou uma reavaliação dos grupos familiares. Nesse caso, os registros que apresentavam inconstâncias têm sido bloqueados. Isso acontece porque o Bolsa Família contém normas e exigências muito claras quanto ao cadastro dos brasileiros.
De acordo com a CGU, o governo anterior não teria se atentado aos beneficiários que estariam fora das diretrizes impostas pelo Executivo. Além disso, a última gestão introduziu novos integrantes ao então Auxílio Brasil, mas supostamente sem verificar as condições desses brasileiros.
Como manter o auxílio?
Primeiramente, é necessário atualizar os dados e prestar atenção às regras do CadÚnico. Portanto, a dica para não cair no pente-fino do programa federal é manter-se atualizado. Desse modo, verificar se a sua família cumpre as exigências do Bolsa Família é fundamental.
Além de se atualizar no Cadastro, as famílias precisam cumprir outros requisitos. Os beneficiários devem informar qualquer mudança na estrutura familiar. Ademais, é primordial que a renda per capita não seja superior a R$ 218.
Por fim, a educação é mais um ponto de cuidado. Isso porque as crianças e jovens não podem deixar de ir à escola. Nesse sentido, pequenos de até 6 anos precisam manter uma frequência de 60%. Já os maiores de 7 anos devem comparecer a, no mínimo, 75% das aulas.
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