No último domingo (30), aconteceu o segundo turno das eleições presidenciais. Assim, os eleitores foram às urnas para escolher entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Messias Bolsonaro (PL). Dessa forma, o escolhido para comandar o Brasil pelos próximos quatro anos foi o petista, com 50,8% dos votos.
‘Volta histórica’: mídia internacional repercute vitória de Lula
A imprensa internacional repercutiu a vitória histórica de Lula, que se torna o primeiro presidente a comandar o país por três mandatos.
À vista disso, diversos líderes mundiais já cumprimentaram Lula pela vitória. Além disso, a imprensa internacional também repercutiu a vitória histórica do petista, que se torna o primeiro presidente, desde a redemocratização, a comandar o país por três mandatos.
Repercussão da mídia internacional
Portanto, a mídia internacional tem descrito a vitória de Lula como uma volta histórica e surpreendente em um país completamente polarizado.
The Guardian
De acordo com o The Guardian, Lula conquistou uma volta “surpreendente” ao derrotar “o titular de extrema-direita Jair Bolsonaro em uma das eleições mais significativas e contundentes da história do país”.
Financial Times
O jornal britânico Financial Times descreveu a conquista do petista como “um retorno histórico” e “dramático”. Além disso, também repercutiu a comemoração de cidadãos em diversas cidades brasileiras. Assim o FT afirmou que “a vitória de Lula segue uma campanha amarga marcada por notícias falsas e violência em um clima de polarização, levando a preocupações de conflito pós-eleitoral”.
The News York Times
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Já o tradicional The News York Times afirmou que a eleição de Lula é um freio no movimento de extrema direita do então presidente Jair Bolsonaro (PL). “A vitória completa um renascimento político impressionante de Lula – da presidência à prisão e de volta – que já parecia impensável”.
Washington Post
Ademais, o Washington Post repercutiu a volta de Lula como “memorável” do “ícone” da esquerda latino-americana menos de três anos após sua saída da prisão, “com as promessas de defender a democracia, restaurar a justiça social e salvar a floresta Amazônia”.
Imagem: Nelson Antoine/shutterstock.com
