Binance Smart Chain (BSC)

Essa moeda nativa da rede blockchain da Binance, foi a primeira que chegou perto do Ethereum em capitalização de mercado. Inclusive, isso preocupou muito os “maximalistas de Ethereum”. Desde que a moeda da Binance deixou de rodar na rede Ethereum, a partiu para a sua blockchain, ela ganhou espaço na cena de contratos inteligentes, e plataformas para aplicativos descentralizados.

Entretanto, a sua maior crítica é a falta de descentralização no desenvolvimento e validação da rede. Se a BNB crescesse para alcançar o ETH em capitalização de mercado, teria uma valorização de 376%.

Solana (SOL)

Em suma, a Solana é a competidora de maior destaque hoje em dia, com um ecossistema crescente, e uma comunidade forte. O seu potencial de alta até chegar ao nível de mercado do Ethereum é de 766%. Apesar de números impressionantes de adoção de desenvolvedores e usuários, a quantidade de ataques DDoS e a resolução, preocupa os investidores.

Velas (VLX)

A criptomoeda Velas é uma cópia do código da SOLANA (SOL). Em suma, o seu potencial de elevação chega ao nível de mercado do Ethereum, de 52.000%. E o que chama atenção no projeto, é a sua ligação com as empresas como CoinPayments e Mind AI, startups que estão evoluindo no mercado.

Cardano (ADA)

A Cardano foi desenvolvida por um co-fundador do Ethereum. A sua criação foi feita de forma cuidadosa, seguindo os parâmetros de trabalhos científicos. Se chegar a passar o Ethereum, pode aumentar 717%.

Embora tenha um desenvolvimento mais devagar, conforme a equipe Cardano, o rigor acadêmico auxilia a Cardano a ser durável e estável. E isso eleva a chance de que possíveis erros possam ser evitados.

Saito (SAITO)

Em suma, a SAITO é uma criptomoeda ainda com pouco prestígio, e tem foco em soluções de camada 1. O seu potencial de alta até o Ethereum é de 368.918%.

A SAITO é um projeto da Web3 Foundation que executa os aplicativos em blockchain no navegador. A rede paga ISPs ao invés de mineradores ou stakers. E isso, permite que os projetos da Web3 financiem a infraestrutura ao invés de repassar os custos para monopólios como o Infura.