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Ações do Facebook despencam após instabilidade nas redes sociais

Na tarde desta segunda-feira (4), as ações do Facebook na Bolsa despencaram após instabilidade nas redes sociais. Saiba mais!

Ana Roberta de OliveiraPor Ana Roberta de Oliveira2 min de leitura
Sombra de pessoa segurando celular em frente a um telão da logo do facebook.

Na tarde desta segunda-feira (4), usuários das redes ligadas ao Facebook, como WhatsApp, Instagram e a plataforma de realidade virtual Oculus, perceberam um instabilidade. Foram detectadas mais de 20 mil reclamações até às 12:45h no site Downdetector.

O Facebook publicou uma nota em seu perfil no Twitter afirmando que estavam trabalhando para solucionar o problema o quanto antes. Mas mesmo assim, as ações do Facebook na Bolsa despencaram após a instabilidade nas redes sociais, que só foi resolvida por volta das 19h30. 

Ações do Facebook

O Facebook, assim como outras grandes empresas do setor tecnológico, não está diretamente ligado à Bolsa, mas é possível investir na empresa por meio dos BDRs. E vale destacar que a queda de ações da empresa não aconteceu apenas no Brasil.

BDRs do Facebook – FBOK34

Os BDRs do Facebook (FBOK34) fecharam às 17h em queda de 3,96%.

Contudo, às 15:10h a queda chegou a atingir 5,63% na Bolsa, chegando ao seu nível mais baixo desde junho.

Outras bolsas

Na principal bolsa de Nova York, a NASDAQ:FB caiu 4,89%. Já a S&P 500 recuou 1,43% e o Dow Jones 1,05%.

Todas as bolsas de valores entendem a queda das ações como consequência das denúncias expostas em rede americana ontem e da instabilidade de hoje.

Ex-funcionária faz revelações sobre o Facebook

Essa instabilidade no Facebook ocorre um dia após Frances Hougen, ex-gerente da empresa, conceder uma entrevista ao programa “60 minutes” da “CBS News” apresentando uma série de denúncias contra em relação às práticas que ocorrem na rede social.

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“Eu vi repetidamente conflitos de interesses entre aquilo que era bom para o público e o que era bom para o Facebook. E, todas as vezes, o Facebook escolheu só o que era melhor para ele e para seus lucros”, afirmou Haugen.

Por fim, a ex-funcionária completou dizendo que a empresa sempre visou “os lucros acima da segurança” de seus usuários.

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Imagem: AlexandraPopova / Shutterstock.com

Ana Roberta de Oliveira

Autor

Ana Roberta de Oliveira

Roberta Oliveira é estudante de Jornalismo e encantada pelo universo financeiro. Possui cursos de Redator Hacker e Ninja SEO. Focada em buscar novidades econômicas para o leitor, atua como supervisora de redação no Seu Crédito Digital.

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