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Apesar de taxação, dona do AliExpress faz parceria com Correios

Em meio ao processo de taxação dos importados, a AliExpress fecha parceria com os Correios. Saiba mais sobre o acordo.

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Tela de celular exibindo aplicativo AliExpress

O Grupo Alibaba, dono da AliExpress, fechou parceria com os Correios em meio ao processo de taxação. A situação acontece após as medidas de reforço para a fiscalização aduaneira de produtos importados.

As informações foram divulgadas na última sexta-feira (14). O acordo firmado foi assinado durante a passagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela China.

Dona do AliExpress e Correios firmam parceria

A parceria fechada entre as empresas é referente aos procedimentos logísticos da Cainiao, companhia do mesmo grupo do AliExpress, o Alibaba. De acordo com o presidente dos Correios, Fabiano Silva, em nota enviada ao Valor Econômico, o acordo se trata de uma cooperação mútua que beneficiará ambas as partes com a otimização do processo logístico.

Para o presidente da Cainiao, o órgão chinês espera que a parceria possa ser ampliada para que as instituições possam vir a aprimorar o comércio bilateral entres os dois países.

Tributação de produtos importados

Nas últimas semanas, o tema da taxação dos produtos importados tem sido debatido e gerado polêmica. Isso porque o governo está trabalhando no reforço da fiscalização dos produtos estrangeiros. Consumidores de e-commerces como AliExpress e Shein se mostram descontentes com as recentes determinações do governo federal. 

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As medidas visam solucionar a questão da competitividade entre o comércio nacional e o internacional. Dados dos Correios de 2022 apontam que enquanto as remessas postais de dentro do Brasil caíram 9%, as internacionais aumentaram em 33%

Além dos clientes, as empresas querem reverter a situação. Ainda segundo o Valor Econômico, algumas companhias internacionais de e-commerce tentam adiar as definições do governo e devem ir em busca do Ministério da Fazenda. As instituições esperam conseguir alterações na Medida Provisória para encerrar com a isenção de taxação para compras internacionais de até US$ 50.

Imagem: Sergei Elagin/ Shutterstock

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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