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Banco Central alerta para novo golpe do Pix

Avatar de João Renato Ferreira da Silva João Renato Ferreira da Silva · · · 2 min de leitura
Mão próxima de celular que mostra logo do Pix em ambiente com pouca iluminação.

O Banco Central divulgou um alerta para uma nova modalidade de fraude envolvendo o seu sistema de transferências instantâneas. Neste golpe do Pix, criminosos utilizam falsos comprovantes de pagamento para enganar comerciantes.

Segundo o órgão, o golpe acontece quando o recebedor do dinheiro não verifica se o valor da venda realmente caiu na conta. Assim, como o pagamento não ocorre, o vendedor fica no prejuízo. A seguir, confira dicas do BC para se proteger da fraude.

Como se proteger do novo golpe do Pix?

As informações sobre o esquema foram divulgadas pelo Banco Central nesta quinta-feira (23). Em uma sequência de publicações em sua página no Twitter, o órgão compilou dicas para não cair no golpe do Pix:

  • antes de entregar o produto ao cliente, verificar se o pagamento caiu na conta;
  • no comprovante de pagamento recebido, confirmar valor, data e demais dados;
  • certificar-se de que o comprovante apresentado é de pagamento, não de agendamento;
  • analisar se o comprovante tem indícios de modificações feitas digitalmente;
  • caso haja algum problema na transferência, solicitar que o cliente contate o banco.

Além disso, o Banco Central lembra que as instituições financeiras só geram comprovantes de transferência quando a transação é concluída.

Assim, caso um cliente justifique que o dinheiro não entrou na conta por algum problema técnico, mas ainda apresente um comprovante de pagamento, é provável que esteja tentando aplicar o golpe do Pix.

Fraudes envolvendo o Pix não são novidade

Há poucas semanas, outra modalidade de golpe do Pix estampou os portais de notícias.

Contudo, neste caso, criminosos buscam os alvos por telefone, passando-se por funcionários de bancos, para ajudar na anulação de supostas movimentações não autorizadas em suas contas.

Para ganhar confiança, os golpistas conseguem acesso a dados reais das vítimas, que são usados para convencê-las a realizar transferências reais para as contas dos criminosos. Depois, ao contatar um representante legítimo do banco, a pessoa percebe que caiu em um golpe do Pix.

Imagem: rafapress / Shutterstock.com

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