Há pouco mais de um mês, Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, realizou uma façanha desejada por muita gente: entrar para a lista da revista Forbes como a mais nova bilionária brasileira. O novo status veio após a abertura de capital do banco digital, em dezembro de 2021, quando a fintech passou a ser avaliada em US$ 45 bilhões. O problema é que, de acordo com a Forbes, a cofundadora do roxinho já perdeu seu status e deixou de ser bilionária. Para entender melhor, confira a seguir.
Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, deixa de ser bilionária
Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, deixa de ser bilionária. Informação foi divulgada pela Revista Forbes. Saiba mais!
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Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, deixa de ser bilionária
De acordo com a Forbes, Cristina Junqueira não faz mais parte do clube dos bilionários. Aos 39 anos, ela se tornou a segunda mulher mais rica do país, atrás apenas de Luiza Trajano, assim que as ações do banco digital subiram 15% no primeiro dia de IPO.
Acontece que, desde a estreia, os papéis da fintech desvalorizaram mais de 40%, o que fez o patrimônio da executiva diminuir para cerca de US$ 900 milhões (R$ 4,87 bilhões). Apenas em janeiro, as ações do Nubank recuaram 29%.
Contudo, ainda em dezembro, Junqueira disse à Forbes que ela e os demais cofundadores olham para o longo prazo. “Não vamos vender [nossas ações]. Nenhum dos investidores iniciais está vendendo, nenhum dos fundadores, ninguém do time de administração”, afirmou na época.
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Apesar da queda das ações, o CEO do Nubank, David Vélez, segue bilionário. Atualmente, sua participação no banco digital é de 23%, o equivalente a US$ 7 bilhões. Por fim, no dia 14 de janeiro, após uma queda de mais de 6% nas suas ações, o Nubank também deixou de ser o banco mais valioso da América Latina, passando o título para o Itaú Unibanco.
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Imagem: blog do Nubank.
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