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É possível parcelar Pix?

Vale a pena parcelar o Pix? Entenda como funciona esta nova modalidade adotada por algumas instituições financeiras!

Eliel SouzaPor Eliel Souza3 min de leitura
Nova opção de pagamento: Pix Parcelado chega em setembro; entenda como usar

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

As formas de pagamento estão em constante avanço no Brasil e uma nova modalidade surgiu este ano, o Pix parcelado. Aos poucos, instituições financeiras já começam a aderir a esta novidade. Confira, abaixo, como funciona.

Como funciona o Pix parcelado?

O Pix parcelado funciona como uma espécie de empréstimo pessoal. Assim, o solicitante recebe o valor completo do pagamento, mas quem realiza a transferência paga de forma parcelada.

Apesar do Banco Central ter disponibilizado esta nova modalidade, os juros aplicados ainda não foram oficializados pelo mesmo. Desta forma, cada instituição financeira tem adotado uma taxa.

Santander, Mercado Pago e PicPay, por enquanto, são algumas das empresas que disponibilizam este serviço aos seus clientes. 

Santander

Clientes do banco Santander podem realizar o parcelamento para valores a partir de R$ 100,00 em até 24 vezes, com o valor mínimo por parcela de R$ 5,00. Sua taxa de juros aplicada é de 2,09% ao mês. 

Um aspecto interessante é que o Santander permite que o pagamento da primeira parcela seja em até 59 dias, após a data da transferência via Pix.

Mercado Pago

O Mercado Pago oferece aos seus clientes o parcelamento do Pix em até 12 vezes, com o valor mínimo por parcela de R$ 15,00. Sua taxa de juros mensal é a partir de 2,5%. 

PicPay

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Já o PicPay disponibiliza o parcelamento através do cartão de crédito do cliente, ao contrário do Santander e Mercado Pago. Cada transferência pode ser parcelada em até 12 vezes, com a taxa de juros mensal de 3,99%.

Vale a pena?

Apesar de ser oferecida como uma opção vantajosa, é necessário cuidado antes de optar por esta modalidade. O parcelamento de Pix não difere muito de empréstimos, cheques pré-datados ou pagamento parcial de fatura. Mesmo que a taxa de juros seja inferior, é fundamental que seja realizada uma análise de renda para não acabar se endividando. 

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Imagem: @Wayhomestudio / Freepik

Eliel Souza

Autor

Eliel Souza

Eliel Souza é jornalista formado pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Atua como redator e revisor no Seu Crédito Digital, contribuindo também na programação e agendamento estratégico de conteúdos. Com atenção aos detalhes e sólida experiência editorial, entrega informações relevantes sobre economia, direitos sociais e finanças que impactam diretamente o cotidiano dos brasileiros.

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