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Motoboys são vítimas de calote de empresa terceirizada do iFood; saiba mais

Entregadores do iFood são vítimas de calote de empresa terceirizada! Confira agora mais detalhes deste caso.

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
iFood

Entregadores do iFood são vítimas de calote de empresa terceirizada. Cerca de 80 motoboys ficaram sem receber por corridas realizadas na primeira quinzena de agosto. A situação ocorreu em Balneário Camboriú (SC).

De acordo com as informações, o dono da empresa teria sumido com o dinheiro dos entregadores que atuavam para a terceirizada do iFood. Assim, siga na leitura para saber mais sobre o caso.

Entregadores do iFood ficam sem receber

Entregador do iFood em sua moto fazendo entregas.
Imagem: Leonidas Santana / shutterstock.com

O dono da empresa terceirizada, identificado como Francisco Moura, responsável pela Moura Entregas Express, teria dado baixa no CNPJ da companhia e deixado a cidade. Além disso, o empresário não atende as ligações dos entregadores que se encontram no prejuízo.

Segundo os motoboys do iFood, os cálculos indicam que Francisco Moura teria retido cerca de R$ 100 mil, valor referente ao trabalho de mais ou menos 80 entregadores. A empresa de entregas prestava serviço terceirizado ao iFood, atuando como operador logístico.

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Assim, a Moura Entregas Express era responsável pelo recrutamento de seus trabalhadores, organização de escalas e pagamentos. Ainda de acordo com os motoboys, o iFood foi procurado para solucionar o caso. Apesar disso, a plataforma demora em apresentar uma solução.

Saiba mais sobre o caso

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O iFood, que não deu nenhum tipo de retorno aos entregadores da terceirizada, por meio de nota, destacou que está “levantando os valores e os dados bancários de cada profissional para que os pagamentos sejam feitos”. A plataforma afirmou que prestará o apoio necessário aos profissionais.

Os relatos dos trabalhadores destacam que essa não é a primeira vez que um caso do tipo acontece em Santa Catarina. No estado de São Paulo, o Ministério Público do Trabalho move uma ação na Justiça contra o iFood. O órgão acredita que o formato da terceirização do serviço é improcedente e indevido.

Imagem: Leonidas Santana / shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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