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Shopee e Shein invadem Brasil com galpões logísticos

As asiáticas Shopee e Shein invadem o Brasil e reforçam presença no país com galpões logísticos. Saiba mais.

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Celulares com apps da Shein e Shopee

As asiáticas Shopee e Shein invadem o Brasil com galpões logísticos e reforçam a presença no país. Os dados apontam que as empresas ocupam espaços equivalentes a quase 30 campos de futebol.

As gigantes do e-commerce entraram no território brasileiro com espaços logísticos somente em 2021 e desde então ampliam presença.

Crescem os números de galpões da Shopee e Shein no Brasil

De acordo com levantamento feito pela consultoria da SiiLa, desde a chegada das asiáticas em solo brasileiro, nos últimos dois anos, são 193 mil metros quadrados em galpões. O crescimento dos espaços logísticos de alto padrão apontam a expansão das empresas estrangeiras no mercado nacional.

Neste ano de 2023, a Shein passou a ter 55,2 mil metros quadrados em um condomínio de galpões logísticos de alto padrão, localizado na região de Guarulhos, em São Paulo. Até 2022, a chinesa ocupava 24,8 mil metros quadrados no Brasil. Com isso, a empresa tem 80,1 mil metros quadrados dentro do território brasileiro.

Enquanto isso, a Shopee acumula uma presença ainda maior, com um total de 112,8 mil metros quadrados.

Taxação de e-commerces estrangeiras

Atualmente, Shopee e Shein são centro do intenso debate referente ao fim da isenção tributária para importações para pessoas físicas de até US$ 50 dólares. O governo estuda implementar maior rigor na fiscalização das encomendas.

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Nesta terça-feira (18), a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), informou o recuo do governo em relação à taxação anteriormente anunciada. A situação acontece após a repercussão negativa da decisão. 

Em declaração feita a jornalistas, Haddad destacou: “teremos que resolver isso administrativamente, com reforço de fiscalização”. Ainda sobre a atuação de empresas como a Shopee e Shein no Brasil, o ministro afirmou que os e-commerces devem intensificar o combate a fraudes e práticas desleais.

Imagem: Sulastri Sulastri / shutterstock.com e Funstock / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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