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Quando começa a segunda fase do dinheiro esquecido?
A segunda fase de consultas ao Sistema Valores a Receber do Banco Central segue sem data definida, devido a greve dos servidores. Saiba mais!
Prevista para começar no dia 2 de maio, a segunda fase de consultas ao Sistema Valores a Receber do Banco Central segue sem data definida. O início da segunda etapa teve que ser adiado em decorrência da greve dos servidores do órgão. A paralisação teve início no dia 1º de abril e teve duração de aproximadamente 3 meses.
“As consultas ao Sistema de Valores a Receber (SVR) estão temporariamente suspensas para aprimoramento”, informou o Banco Central por meio de comunicado.
“Em breve, o Banco Central divulgará a data de reabertura do sistema para novas consultas e resgate dos saldos existentes; e informações sobre valores de falecidos. Enquanto isso, estamos trabalhando em melhorias do SVR e na inclusão de novos valores”, completa.
Quando inicia a segunda fase dos Valores a Receber ?
De acordo com o Banco Central há R$ 8 bilhões em valores esquecidos, todavia, na primeira fase do serviço, ficaram disponíveis a metade do valor para a devolução.
O sistema Valores a Receber passou por uma reformulação e, após o adiamento devido à greve, ainda não há previsão de quando ele estará disponível novamente ao público. Essa reformulação traz melhorias, como:
- O cidadão não precisará agendar mais, pois será possível solicitar o resgate dos valores na primeira consulta;
- Ainda que na primeira fase o cidadão não tenha tido valores a receber, deve consultar novamente, pois, nesta segunda etapa, as instituições financeiras irão realizar o repasse de novas informações ao sistema, podendo haver uma nova quantia.
Fontes dos valores
Dessa forma, na segunda fase do Sistema Valores a Receber, será possível sacar dinheiro de mais sete fontes diferentes:
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- Contas de pagamento pré-paga e pós-paga que foram fechadas com saldo disponível;
- Contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e por sociedades distribuidoras de títulos, assim como valores mobiliários para registro de operações de clientes encerradas com saldo disponível;
- Entidades em liquidação extrajudicial;
- Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop);
- Fundo Garantidor de Créditos (FGC);
- Parcelas ou obrigações relacionadas a operações de crédito cobradas de forma indevida, não previstas em Termos de Compromisso assinados pela instituição financeira com o Banco Central;
- Tarifas cobradas indevidamente, que não estavam previstas em Termos de Compromisso assinados pela instituição financeira com o Banco Central.
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Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com
